segunda-feira, 29 de setembro de 2014


Vêm aí dias muito felizes. Pensando bem, nem são só amanhã e depois, acho (ou pelo menos espero) que se vão prolongar por muito tempo. Mas esta semana vão ser muito excitantes. É o aniversário para celebrar, é o dia de dar miminhos à mana na operação dela, e esta é também a semana em que começo a trabalhar por inteiro, dedicada a fundo. Estou muito entusiasmada com tudo o que ando a planear e tudo isto seria perfeito se não fossem as noites que não tenho conseguido dormir com a excitação e depois tenho um cansaço extremo durante o dia, mas isto há-de ir ao sítio. Hoje é o dia do coração e o meu anda todo contente e a mil, mas desta vez por muitas coisas boas.

domingo, 28 de setembro de 2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

E Tudo Mudou

O verão despediu-se de forma tão violenta, há dois dias, e o outono chega assim, de mansinho... Com sol, mas a lembrar-nos que já não estamos à vontadinha. Parece que num par de dias tudo mudou.

Custou-me muito acreditar que estávamos mesmo a entrar nesta nova estação, que se acabou assim a silly season, do nada, e que me passou tudo novamente ao lado. Tantos sonhos, planos e projetos eternamente adiados. Custa tanto que não consigo traduzir em palavras. Agora, tendo de encarar que é mesmo verdade, que acabou (...), tenho de voltar a fazer o exercício no qual estou a ganhar cada vez mais experiência: deitar tudo para trás das costas, aceitar as derrotas e tudo o que perdi, fingir que não aconteceu. Seguir em frente como se nada fosse. É mais uma cicatriz que se instala no meu coração. E como qualquer cicatriz, podemos ignorá-la, mas a marca fica ali para sempre. Já são demasiadas a acumular num coração tão pequenino e frágil, eu só espero que ele aguente mais esta. Só mais esta. Mas isso veremos nas análises do próximo mês...

Como foi realmente difícil de acreditar nesta (precoce) mudança de estação, precisei de muita inspiração. Quando digo muita, foi mesmo em doses generosas para eu própria me enganar desde o início. Agora já estou mais "enganadinha", já estou até bastante entusiasmada por esta decadente mas tão mágica chegada do outono. É tão melancólica, dourada e misteriosa esta fase de transição. Matar saudades do fresquinho, do cheiro da chuva, das meias quentinhas, do chá quente como companhia, das primeiras mantinhas no sofá... As cores do parque ficam irresistíveis, parece que na verdade tudo fica irresistível. Vem a vontade de fazer bolo, de acender velas, de combinar um chocolate quente algures, de marcar lanches em casa. Enfim, nota-se que a inspiração resultou? Fico sempre rendida aos encantos do outono, totalmente inspirada, e não há como não aproveitar as vantagens de um novo ciclo - a isto chama-se ter a coragem de olhar sempre para o copo meio cheio. Partilho alguma da minha inspiração com quem também precisar, ou quem simplesmente quiser deixar-se levar...















 






 






Feliz Outono

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

*

O verão surpreendeu-nos a todos por não se ter guardado para setembro. Aliás, este não só nos falhou por não ser um mês com calor anormal, como nos surpreendeu com tanta chuva, mau tempo, trovoada durante uma semana, a chegada de um outono antecipado. Penso muitas vezes em quantos casamentos marcados para esta altura (o mês dos casamentos) e em quantas férias arruinadas. Aliás, as únicas férias românticas que já fiz foram sempre em setembro. Este ano foi uma surpresa total e se a cada semana alimentámos a esperança de que a chuva fosse passageira e que o verão ainda espreitava ao virar da esquina, agora chegou a hora de cair na real. Vou parar de ouvir na mercearia que "ainda vem aí muito verão depois desta trovoada!" e que "esta chuva é passageira porque eu vou de férias no fim do mês e diz que o pior calor ainda está para vir". Pois... Já não, agora não há mais esperanças, o verão termina mesmo hoje - e o verão verdadeiro terminou há semanas.

E porque o meu, pessoalmente, parece que nem chegou a começar, hoje recordo alguns momentos da semana que passei em casa dos meus pais quando estava a precisar muito, a abrir agosto e ainda com tantas esperanças nessa altura. Valeram-me esses dias de descanso e vitamina D, tão importante e tão vital e tão barata. Voltei com outra força. Agora aqui estou eu, já com um pé no novo ciclo que começa amanhã.
 



 




Porque a semana se dividiu exatamente entre isto: a praia que fica junto de casa e os mimos da mãe, e algumas asneiras daquelas obrigatórias nas férias. Ansiosamente à espera do próximo verão para me vingar de todos estes que negligenciei e ecoam como fantasmas na minha cabeça.

Por curiosidade, na primeira foto encontram o "palacete" e respetivo coreto da novela Sol de Inverno.

Guerra Aberta ao Colesterol



Assim que descobri o resultado avassalador dos meus níveis de colesterol, soube que tinha de tomar imediatamente uma atitude. Drástica. No dia seguinte, no médico, confirmei-o. A vontade de melhorar tornou-se intensa e comecei logo a definir metas e estratégias de ataque a este problema que me apanhou de surpresa e me deixou perplexa.

Andava a viver esta vida estranha há demasiado tempo, varrendo para o lado a certeza de que teria consequências. Elas são silenciosas, é fácil fingir que ainda temos tempo, que se podem adiar os cuidados, ir esperando "só mais um bocadinho" para tomar uma atitude. Até que um par de anos voa e somos surpreendidos, e em vez de termos prevenido cenários graves, vemo-nos obrigados a remediar - e sabe-se lá qual a gravidade do que haverá para remediar. Estou muito arrependida de não ter cuidado de mim mais cedo, de me ter posto sempre para último lugar no meio disto tudo. Os primeiros sinais de colesterol apareceram há exatamente um ano, no mês que terminava a minha tese de mestrado para entregá-la. Mas o que ia fazer, desistir da tese? Não foi a melhor altura para fazer análises, estava sob um stress intenso e, apesar de termos ficado preocupados (falo da minha família), fiquei de repetir a análise numa fase mais estável. Mas a fase estável não chegou, só surgiram cada vez mais problemas até que fui fazer novamente análise em maio deste ano, no meio de um turbilhão de coisas e à porta de umas quantas preocupações mais sérias. O colesterol não tinha desaparecido, tinha até aumentado um pouquinho. A médica ficou super preocupada com aquele valor, disse para eu vir para casa, passar o verão a fazer dieta, exercício, arranjar forma de acalmar os meus nervos, cuidar bem de mim e voltar lá com nova análise. Bem, eu não fiz absolutamente nada disso e fui lá com a nova análise, depois de mais uns meses de sedentarismo total, de não sair nem tirar férias, de stress, de zero vida social e de uma nova experiência fantástica: ansiedade com dores no peito. O resultado foi um respeitoso valor de 252mg/dl.

Se por um lado a minha alimentação e peso saudáveis não justificam este resultado, o meu sedentarismo, comportamento fatal do nosso século, estava a levar-me a rebentar por dentro. Por outro lado, este assassino ainda alimenta o meu stress, dá-lhe uma almofada confortável para se instalar, dá-lhe as boas vindas e diz que o meu corpo é o sítio ideal para viver e que aqui pode permanecer. As preocupações dos últimos meses (anos?) levaram a esta bola de neve que agora tenho de desfazer. É uma missão muito mais dolorosa do que a prevenção, especialmente para mim, que estou a começar do zero. Ninguém pode imaginar o que me custa fazer exercício...
Desde o resultado que estou inscrita no ginásio, para começar devagar (a um ritmo possível para mim) mas com frequência. Desde essa semana que estou em dieta ainda mais a sério que a habitual e a insistir muito em alimentos que diminuem o colesterol. Complemento com aulas de pilates, body balance e muitos exercícios de yoga - uma autêntica tortura para mim, pelo menos agora em fase inicial - e com caminhadas no parque sempre que a chuva dá uma aberta. São dores musculares constantes e só as caminhadas já são um desafio para mim, já que a minha má circulação não me permite puxar muito pelo corpo sob pena de me desfazer em comichões desesperantes. Nem vou falar das cãibras em série durante as aulas de ginásio.

É este o estado crítico em que me encontro. É profundamente chocante quando abrimos os olhos para perceber o estado a que deixámos chegar o nosso corpo e perceber como ele andava a gritar por socorro ao longo de tanto tempo e nós a assobiar para o lado! E não ter noção das graves consequências disso, pois são silenciosas.
Eu tive de chegar a este ponto para perceber o mal que andava a fazer a mim própria, mas aprendi a lição para a vida. Escrevo este post com dor no peito, mas agora isto só tem como melhorar. Eu pelo menos estou a fazer por isso, até porque tenho apenas um mês para obter novos resultados e mostrar uma nova análise à médica. Vamos a isso!

domingo, 21 de setembro de 2014

Domingo ♡


O dia que é das famílias hoje vai mesmo sê-lo.
Também é dia de pensar, ponderar, organizar.
Sonhar...
É o último de mais um verão e só eu sei como aperta cá dentro.
Que as águas deste outono lavem as lágrimas da minha alma.

sábado, 20 de setembro de 2014

Emagrecer


Foi uma má altura para começar a fazer dieta. É preciso um mínimo de estabilidade para avançar numa aventura que deixa geralmente as pessoas de mau-humor, irritadiças, tristes, impulsivas. É o que os estudos dizem sobre quem entra em dieta, é complicado. Eu nunca o tinha sentido porque o faço sempre motivada, mas desta vez estou a chegar à fase dos desejos... Ou será fase de carência emocional? Seja o que for, isto não podia ser mais adiado e agora não há volta a dar. Se ficasse à espera de estabilidade corria o risco de nunca mais aliviar pontos na balança. Vamos lá ter força!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Apontamentos e um Regresso

Tantas coisas nas últimas semanas e tão pouco tempo para brincar aos blogues!
Pelo menos no dia da apresentação dos novos produtos da Apple eu pensei para mim mesma: é hoje que tiro as teias de aranha do blogue, adoro o que estou a ver e quero partilhar a opinião e aproveito para recuperar o ritmo e publicar mais coisas. Bem, não foi nesse dia, mas espero que seja a partir de hoje (dentro dos possíveis, vá lá).

Já agora, aproveito mesmo para dizer que vi em direto uma parte da apresentação da Apple no dia 9 e só isso já foi emocionante. A espera pelo dia e a expectativa pelas novidades já fazem sempre metade da mística à volta dos lançamentos de produtos. E quem usa a marca sabe como se torna interessante ver a evolução de produtos que já parecem sempre tão perfeitos que não precisam de melhorar. E eles melhoram! Através do meu iMac deu para assistir em direto e a parte mais emocionante para mim foi mesmo a apresentação detalhada do iPhone 6. Tantas melhorias que não dava para acreditar. Eles investiram bem desta vez para nos deixar a sonhar com um daqueles meninos. E quanto ao Apple Watch... Atingiram-me pelo coração, eles apelaram ao sentimento e à felicidade, ao estar em forma e também próximos de quem gostamos. São os meus pontos fracos e agora eu também quero ter um. Tinha dúvidas nos designs, mas depois de ver todos os estilos que lançaram e opções de personalização infinitas, fiquei rendida. Acho que é mais um objeto fetiche do que uma necessidade, mas é inegável está muito bem pensado. Adorei o evento, é sempre uma emoção descobrir as novidades e no fim não sairmos desiludidos!

Também tive contacto com outro fenómeno mundial, o da Violetta. Já tinha ouvido falar na loucura à volta da personagem, só não tinha noção da dimensão dessa febre. Filas para comprar bilhete no primeiro dia, formadas de madrugada às portas dos Armazéns do Chiado, a prolongar-se pelos 4/5 andares do centro comercial e ainda a estender-se pela rua fora... Este cenário em Portugal? Nunca pensei que uma série argentina tivesse este impacto aqui, percebi que estava um bocado por fora neste assunto. Normalmente a loucura chega a Inglaterra, a Espanha... Nunca nos atinge com esta força, mas afinal os miúdos portugueses (neste caso os pais deles) estão a aderir em massa a esta espécie de musical para 2015. Finalmente estas coisas chegam aqui ao cantinho (Portugal) que normalmente passa ao lado dos fenómenos e afinal até temos público! Quando estive na FNAC no dia depois da loucura dos bilhetes ainda havia fila para arranjar lugares no Meo Arena e tocavam as músicas Violetta por toda a loja, com miúdas a cantar e a fazer coreografias a cada canto. Com este contacto aprendi que a atriz que faz de Violetta, Martina Stoessel, começou esta aventura com apenas 13 anos e agora, pouco mais velha, não pode sair de casa sem um grupo de seguranças devido à perseguição constante dos fãs. Uma vida que não dá para imaginar, fenómenos inexplicáveis mas que no fundo são totalmente passageiros.

Na semana passada também apanhei um dos maiores sustos da minha vida quando abri os resultados das minhas análises ao colesterol. Fi-las este mês para ver a evolução do resultado em relação a maio, quando me apareceu um valor a acusar o malvado colesterol. Fiquei de tentar anular esse problema em pouco tempo e fazer nova análise para ir mostrar os resultados. Quando abri o envelope ia tendo um pequeno colapso. Mesmo. Não esperava que tivesse recuperado o meu resultado, mas não podia sequer sonhar em ver um valor tão gigante que bate todos os "valores altos de colesterol" que passam na TV quando recomendam Danacol ou Becel. Passei todos os limites e ainda hoje, depois de ter corrido logo ao médico, não sei o que me aconteceu entretanto (não, não é a minha alimentação, foi de unânime opinião) mas já estou a tratar do assunto - sem comprimidos nem outros atalhos. Mas foram uns dias de terror que vivi ali com aquele resultado na mão. Eu! Entupida de colesterol! Já passou, já passou, vou recuperar.

Entretanto, e para acabar a conversa de café, terminou o Dança com as Estrelas na semana passada e eu já estou a sentir a falta para amanhã. Voltei a ver televisão mais a sério há cerca de um ano, desde que trabalho em casa com a TV mesmo em frente. No entanto, sou muito pouco (ou nada) de programas, eu sou mais séries. Assim todas de uma vez e sem grande ordem de seguimento. Mas este das danças foi definitivamente um programa com a capacidade de nos deixar mais felizes, durante e depois de cada gala. Por tudo! Pelas danças, pelo júri, pela apresentadora cada vez melhor, pela entrega total de todos e a carga emocional ali estampada. É impossível não sentir as emoções e eu vi cada programa integralmente. Fiquei feliz pelo Lourenço e por tudo deste último domingo! É um programa que espero que volte para me agarrar novamente. E apesar do vencedor ter sido o meu favorito - por tudo e mais alguma coisa -, algumas das minhas danças favoritas foram as do rival Carreira. Hoje partilho uma delas (porque a favorita só dá para ver aqui) e o meu update está feito. Uffff :)



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Bom Dia! Boa Semana!




Muito útil para empreendedores, mas não só. 
Porque temos sempre forma de melhorar quando o queremos.