quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Since always, till forever
Não me lembro de alguma vez não ter festejado a noite de halloween. Era demasiado nova quando ainda não o fazia. Começámos ali por volta dos 10 anos a mascarar de fantasmas com os lençóis dos pais e ir pelas ruas a fazer disparates, de noite, e terminávamos numa casa antiga da avó de uma amiga nossa. Achávamos a melhor noite do ano! Na adolescência, vivi esta noite na cave da minha amiga mais maluca, entre amigos, onde todos os anos reinventávamos os festejos, sempre com grandes decorações, músicas, com direito a caldeirões e teias de aranha e incensos e madrugadas inteiras de parvoíce das quais ainda hoje sinto o cheiro quando lá volto.
Desde que vim para Lisboa que a coisa se alterou um bocado, e o halloween se viveu um pouco mais no "desenrascanso", com muita pena minha. Ainda assim, nunca deixei esta noite passar. O ano passado dei uma festa cá em casa. Hoje voltou a noite mais divertida do ano e quase me ficava por não fazer nada, mas lutei contra os ânimos e lá vamos nós para um jantarinho temático em menos de nada. Mesmo quando parece que não vai dar, o importante é tentar. Se este ano está mais fraco, no próximo ano estou a organizar a festa de halloween da empresa. Divirtam-se hoje!
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Não imaginam
Como eu me mudava tão bem para Londres. Como este friozinho e a necessidade de algo novo e mexido e acolhedor me chama para lá. O estilo e nostalgia daquela cidade deve ser de agarrar e não largar mais. Eu acho que ia e já não voltava. Mas por agora contentava-me em ir e experimentar. Que vontade, dear lord, quanta vontade...
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
As transições
Hoje sentimos que foi o dia em que mudámos da estação "meh" em que estávamos - e que estava bem boa assim, porque gosto de ver chover com a janela aberta, sem ter frio, a ouvir o som da chuva a cair e sentir o aroma do chão molhado. Mas hoje parece que foi o dia da transição. Foi aquele em que vesti a primeira camisolinha de lã, o primeiro lenço quentinho, em que saquei da mantinha para ver o Sexo e a Cidade no sofá de noite. Foi o dia em que a minha irmã chegou também agasalhada para trabalhar pela primeira vez. Parece que começou o frio e é sempre nostálgico saber as coisas que ele traz consigo!
Este fim de semana parece que nos preparámos para esta transição. Entregámos o sábado às limpezas cá de casa. Uma tortura de um dia quase inteiro que ainda hoje faz sentir nas minhas pernas as dores musculares. Garanto que estou cheínha de dores, é mesmo verdade.
Nessa noite começámos outro ciclo. Chegou a nossa casa uma das minhas primas mais velhas que iniciou uma formação profissional em Lisboa e vai passar a dormir aqui durante vários fins de semana até meados de março. Nunca pensei que fosse a primeira prima a conhecer a minha casa, mas gostou e acho que vai ser uma experiência gira para todos. Aliás, é por isso que costumo oferecer ajuda. Mesmo quando parece que sou eu que fico "a perder", sei que tenho sempre a ganhar com as experiências, ou não teria sempre tanto trabalho a organizar coisas que os outros veem como totalmente desnecessárias e inventadas e não ficaria tão feliz ao oferecer presentes quando nem há motivos para isso. Adoro as interações, alimentar relacionamentos,
oferecer, partilhar e receber pontos de vista. E antes que continue a divagar, quero só dizer que este frio é bem vindo... Cheira a combinações de inverno, a mantas e bebidas quentes. Cheira a bolos no forno e filmes na cama. Cheira a convívios em espaços quentes e acolhedores, com o frio na rua. Cheira a Natal e isso sabe tão bem... A excitação de planear começa e tudo até lá são dois segundos. É começar a aproveitar o quanto antes a fase mais bonita do ano :)
domingo, 27 de outubro de 2013
Sundays
Para me relembrar de como tenho sonhos para os meus fins-de-semana de quando o projeto parar de manter refém o meu amor. Já lá vão anos, mas eu não desisto, simplesmente acumulo sonhos. Ah, e também não fico a assistir. Parece-me que estou também à espera de mim própria enquanto o meu eu está demasiado ocupado a terminar isto tudo. E há demasiado tempo.
Melhores dias estão a chegar...
Bom domingo!
sábado, 26 de outubro de 2013
weeks-and-weekends
Só por causa das coisas
Num dia em que garantem que o chocolate não engorda e só faz bem a tudo (só agora?...) andei a ver receitas de bolo de chocolate. Apetecia-me fazer bolo de chocolate para o fim de semana. Na verdade, devia fazer um bolo sempre antes de cada fim de semana. Haverá algo mais reconfortante do que ter bolinho caseiro feito por nós durante os dias de descanso? Pelo menos durante os meses de frio, vá. E, bem, quando os fins de semana forem realmente dias de descanso.
sábado, 19 de outubro de 2013
Café da Manhã em São Bernardino
Chegar a casa da mamã e dar de caras com duas caixas de Cerelac e um frasco de Nutella tão bonitinho, ainda por abrir. Uma destas vai levar um avanço amanhã. [não vou mencionar a torta de chocolate da avó e o pão fresco e queijos regionais que já vão estar ali preparados pela manhã]. É bom voltar, é bom e delicioso. Um bom domingo!
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Life (small-big) moments
No início de agosto a minha mãe ofereceu-me a consulta numa osteopata, a sua médica preferida do momento. Foi da última vez que fui lá a casa (no aniversário da minha afilhada e a apanhar as festas da cidade) e, como sempre, a minha mãe aproveita os dias que lá passo para me levar a conhecer isto e aquilo, esta e aquela pessoa, coisas que me façam bem porque está sempre preocupada com a minha vida frenética de Lisboa. Adiante.
Dados os meus altos níveis de stress, dores de costas frequentes e mini-doenças chatas constantes e inesperadas, foi inevitável ir conhecer essa senhora, que sabe tanto de ciência como de psicologia, dos poderes da mente, para decifrar um pouco mais do que se passa comigo, com a minha cabeça, com a minha vida. E, enfim, aquela consulta acabou por ser uma grande descarga emocional, onde para além de uma massagem curativa ainda chorei baba e ranho a falar dos meus sonhos e ansiedades.
É mesmo verdade. Quando ia para lá, fui totalmente tranquila. A minha mãe falava maravilhas da sua médica, que era um amor (a minha mãe acha toda a gente um amor), que era muito compreensiva (e eu pensava que pelo negócio toda a gente é compreensiva) e que saía sempre de lá como nova (e eu pensava que a minha mãe só precisava de alguém com quem falar). Já imaginava uma senhora de meia idade, estranha, com uma bola de cristal, roupas exóticas e uma boa dose de loucura. Quando me abriu a porta uma médica jovem, nos seus trinta anos, bonita, com um ar doce e compreensivo, num consultório mais que amigável, com ar super competente e cheia de diplomas na parede, aí fiquei nervosa. Afinal aquilo era a sério!
A primeira parte da consulta foi totalmente objetiva, sobre a minha saúde, histórico, estilo de vida, queixas, dores, problemas, limitações, etc. E a lista gigante de queixinhas que eu tinha para fazer... Apesar de começar sempre por avisar que sou totalmente saudável e tenho uma ótima alimentação.
Pela primeira vez tudo fez sentido. Todos os probleminhas que tenho constantemente e que penso que não podem ter ligação, afinal estão todos conectados. Naquele dia fiquei a conhecer-me um bocadinho melhor. A segunda parte da consulta foi a massagem, para diagnosticar o que afinal se passa com as minhas dores de costas e descobrir que a maior parte dos meus problemas físicos (dores) vem das minhas ansiedades psicológicas. Ali falámos dos meus medos, dos meus problemas do dia-a-dia, dos meus sonhos, do que afinal me faz feliz. De porque é que não faço aquilo que me faz feliz. De porque carrego os problemas dos outros nos ombros e deixo arrastar os meus. De como isso me faz mal, me sobrecarrega a cabeça e o meu pequeno coração que já não tem espaço para isso tudo. De como as pessoas hoje em dia, eu incluída, se preocupam tanto com as grandes metas da vida, buscar uma vida grandiosa e cheia de conquistas, e deixam de cuidar do ser pequenino e frágil que está dentro de cada uma, e que fica esquecido ou adormecido às vezes por uma vida inteira...
Ensinou-me que devemos olhar para dentro de nós com muita frequência, saber ouvir-nos, parar para pensar, saber em que ponto estamos, na vida e no mundo. Leio isso frequentemente noutras fontes em que confio e sei que é totalmente verdade. Estamos tão preocupados com "a vida", o dia-a-dia, que nos esquecemos do verdadeiro eu, de quem somos, do que queremos, do que nos faz bem, de nos perguntarmos o que nos faz bem. De onde estamos e para onde queremos ir. De fazer pausa para nos situarmos e só depois continuar para a saga do dia-a-dia. Isto em vez de todos os dias nos levantarmos para uma rotina automatizada da qual já nem nos damos conta e já nem pensamos no que estamos a fazer. É estranho, isto tudo é estranho. Mas é verdade que precisamos de parar para estar connosco.
Naquele dia tudo fez sentido, eu estava sedenta de compreensão e ela deixou o meu espírito aos pulinhos de euforia depois de me explicar o porquê da minha ansiedade e medos e preocupações. Mostrou-me como era urgente que tirasse esses pesos de cima, deu-me exercícios para fazer (que não cumpri) e alguns exames pequeninos para despistar (que ainda não consegui fazer). Senti-me totalmente renovada, mas nesse mesmo dia voltei para Lisboa, entrei na reta final da tese, por fim entreguei-a e ao mesmo tempo entrei na reta final do nosso projeto e toda essa "terapia" na osteopata tão sábia desvaneceu. Amanhã vou ter a minha segunda consulta com essa médica a abrir o dia e não sei o que esperar, mas com o carrossel de emoções que tem sido o meu pensamento desde que fui lá em agosto, eu só posso estar nervosa por amanhã. Mas na esperança que me faça muito, muito bem esse bocadinho.
Dados os meus altos níveis de stress, dores de costas frequentes e mini-doenças chatas constantes e inesperadas, foi inevitável ir conhecer essa senhora, que sabe tanto de ciência como de psicologia, dos poderes da mente, para decifrar um pouco mais do que se passa comigo, com a minha cabeça, com a minha vida. E, enfim, aquela consulta acabou por ser uma grande descarga emocional, onde para além de uma massagem curativa ainda chorei baba e ranho a falar dos meus sonhos e ansiedades.
É mesmo verdade. Quando ia para lá, fui totalmente tranquila. A minha mãe falava maravilhas da sua médica, que era um amor (a minha mãe acha toda a gente um amor), que era muito compreensiva (e eu pensava que pelo negócio toda a gente é compreensiva) e que saía sempre de lá como nova (e eu pensava que a minha mãe só precisava de alguém com quem falar). Já imaginava uma senhora de meia idade, estranha, com uma bola de cristal, roupas exóticas e uma boa dose de loucura. Quando me abriu a porta uma médica jovem, nos seus trinta anos, bonita, com um ar doce e compreensivo, num consultório mais que amigável, com ar super competente e cheia de diplomas na parede, aí fiquei nervosa. Afinal aquilo era a sério!
A primeira parte da consulta foi totalmente objetiva, sobre a minha saúde, histórico, estilo de vida, queixas, dores, problemas, limitações, etc. E a lista gigante de queixinhas que eu tinha para fazer... Apesar de começar sempre por avisar que sou totalmente saudável e tenho uma ótima alimentação.
Pela primeira vez tudo fez sentido. Todos os probleminhas que tenho constantemente e que penso que não podem ter ligação, afinal estão todos conectados. Naquele dia fiquei a conhecer-me um bocadinho melhor. A segunda parte da consulta foi a massagem, para diagnosticar o que afinal se passa com as minhas dores de costas e descobrir que a maior parte dos meus problemas físicos (dores) vem das minhas ansiedades psicológicas. Ali falámos dos meus medos, dos meus problemas do dia-a-dia, dos meus sonhos, do que afinal me faz feliz. De porque é que não faço aquilo que me faz feliz. De porque carrego os problemas dos outros nos ombros e deixo arrastar os meus. De como isso me faz mal, me sobrecarrega a cabeça e o meu pequeno coração que já não tem espaço para isso tudo. De como as pessoas hoje em dia, eu incluída, se preocupam tanto com as grandes metas da vida, buscar uma vida grandiosa e cheia de conquistas, e deixam de cuidar do ser pequenino e frágil que está dentro de cada uma, e que fica esquecido ou adormecido às vezes por uma vida inteira...
Ensinou-me que devemos olhar para dentro de nós com muita frequência, saber ouvir-nos, parar para pensar, saber em que ponto estamos, na vida e no mundo. Leio isso frequentemente noutras fontes em que confio e sei que é totalmente verdade. Estamos tão preocupados com "a vida", o dia-a-dia, que nos esquecemos do verdadeiro eu, de quem somos, do que queremos, do que nos faz bem, de nos perguntarmos o que nos faz bem. De onde estamos e para onde queremos ir. De fazer pausa para nos situarmos e só depois continuar para a saga do dia-a-dia. Isto em vez de todos os dias nos levantarmos para uma rotina automatizada da qual já nem nos damos conta e já nem pensamos no que estamos a fazer. É estranho, isto tudo é estranho. Mas é verdade que precisamos de parar para estar connosco.
Naquele dia tudo fez sentido, eu estava sedenta de compreensão e ela deixou o meu espírito aos pulinhos de euforia depois de me explicar o porquê da minha ansiedade e medos e preocupações. Mostrou-me como era urgente que tirasse esses pesos de cima, deu-me exercícios para fazer (que não cumpri) e alguns exames pequeninos para despistar (que ainda não consegui fazer). Senti-me totalmente renovada, mas nesse mesmo dia voltei para Lisboa, entrei na reta final da tese, por fim entreguei-a e ao mesmo tempo entrei na reta final do nosso projeto e toda essa "terapia" na osteopata tão sábia desvaneceu. Amanhã vou ter a minha segunda consulta com essa médica a abrir o dia e não sei o que esperar, mas com o carrossel de emoções que tem sido o meu pensamento desde que fui lá em agosto, eu só posso estar nervosa por amanhã. Mas na esperança que me faça muito, muito bem esse bocadinho.
Weekend
Aqui estou a preparar-me para algo que não me apetece mesmo nada: ir embora aqui da minha casinha, onde ia passar um fim de semana a ver chover pela janela, meter as coisas em dia, descansar um pouco e, quem sabe, dar um passeio pelo Chiado. Não me apetece mas estou prestes a partir de fim de semana, ter com os meus pais. Já ficam muito tristes quando fico assim vários meses sem ir lá, mas decidi que é a última vez que vou passar lá uns dias e o faço só pelos outros. Tenho o defeito de fazer tudo a pensar nos outros, no que os faz felizes, e não no que me faz feliz. O que mais me faria feliz neste momento era parar um pouco, e o único momento eram os próximos dois dias, e esses infelizmente foram tomados de assalto e estão totalmente agendados até segunda-feira. Que chatice. Pelo menos a agenda é de coisas boas, mimos e passeios, mas dá um pouco de trabalho ir até lá, ficar numa casa onde já não tenho nada meu, onde as ideias são as opostas das minhas, onde estou a fazer um teatrinho desde que chego até voltar para aqui... E isso dá trabalho...
Preciso de estar muito mais comigo e com quem pensa como eu, e menos rodeada de quem pensa tão negativo, das pessoas da minha família que cometem asneira atrás de asneira e ficam a lamentar-se da vida no instante a seguir. Viver como as outras pessoas não é nossa obrigação, muito menos minha, mas nunca sei como reagir quando sou a única rodeada de situações com que não concordo e nem posso ou não quero falar sobre isso, não quero discussões, não com pessoas que nunca vão entender. Então o que fazer quando estes convívios nos fazem mal? Eu só ganho menos e menos vontade desses convívios, e tenho pena, mas é assim que as coisas são... Porque temos de aceitar-nos uns aos outros, mas cada um é dono da sua própria vida e vai ter de viver com as suas escolhas. O ideal era que assim fosse, que cada um aceitasse as consequências das suas asneiras sem toda a gente à volta depois ter de levar com isso em cima também. Eu pelo menos viveria muito mais tranquila porque não estaria constantemente preocupada com as (más) escolhas dos outros.
[Nos próximos tempos quero conseguir dizer que não, conseguir deixar de tentar agradar, de ser perfeita. Decidir pelo que me vai fazer sentir bem, mesmo que não seja o que deixa os outros felizes. Decidir pela minha consciência, e não acabar à noite a pensar "mas porque fui aceitar aquilo?". Não tomar decisões por pena. Escolher aquilo que me faz bem, e não o que faz bem aos outros. Afinal de contas, as pessoas do mundo inteiro também estão a fazer isto por elas próprias.]
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Vidinha cheia
Ninguém disse que era fácil gerir a situação de empreender e manter um blog. Neste caso, manter uma vida. É que empreender, ao contrário do que se lê nos livros, não é uma fase de uma semana ou de um mês, um esforço momentâneo, e depois passa. Empreender são fases atrás de fases. Quando se supera uma complicada, já estamos noutra. E as falhas? Bem, essas são tão giras de ler sobre os outros. "têm de falhar, falhar muitas vezes, falhar muito" e na verdade nunca ninguém imagina o que isso significa. Deve-se imaginar pessoas a brincar aos laboratórios e quando uma experiência sai mal, riem-se e começam uma nova. Bom, nada disso... E se para ser bem sucedido é preciso falhar centenas de vezes, então nós devemos estar mesmo mesmo mesmo a chegar à meta.
Estas foram três desses semanas. De mais e mais falhas, diariamente, para juntar a todas as dos últimos anos. Têm sido semanas sem horários, a começar cedinho e a terminar de noite. Sim, em alturas de "maratona" já estivemos pior, e o meu homem continua a trabalhar 17 horas por dia desde há bem mais de um ano, 7 dias por semana, mês após mês. Enfim, um teste total às nossas resistências que tem deixado de lado toda e qualquer organização de vida.
No próximo fim de semana não vou estar aqui, os meus pais conseguiram raptar-me. Eu nem sei como conseguiram, mas vou passar esses dias com eles. Com tanto para fazer por aqui, conseguiram resgatar-me do trabalho porque acham que estou a dar as últimas. E vendo o arzinho de cachorro abandonado que eles fazem para me convencer, não consegui dizer que não. Além disso, está lá o campeonato de surf, e um ambiente incrível, e amanhã é o aniversário da minha irmã. A juntar a isto tudo, ainda há festinha de família no domingo, com tradições religiosas de magusto que envolvem castanhas assadas, broas, água-pé, mesa cheia e alegria. É o fim de semana ideal para ir, só que custa-me deixar tudo aqui, quando espero sempre taaaaaanto por esses dois diazinhos para me organizar (sim, porque há muito muito muito tempo que não sabia o que era ter fins de semana!) que me custa ir passá-lo fora e voltar de lá diretamente para o trabalho novamente. E à carga. E preparada para falhar mais 12897238237 vezes. Resta-me aproveitar estes próximos três dias.
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