sábado, 31 de agosto de 2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

It's Friday!


É sexta e é dia de festa. Ou pelo menos, dia de aniversário na família e é como se fosse um grande feriado porque nenhum de nós hoje vai estar a trabalhar. É mesmo verdade, day off! Custa a crer, mas também custa a deixar aqui tudo pendurado, quando tenho tanta urgência em avançar. Enfim, daqui a um mês já terminou tudo e quando olhar para trás vou perceber que stressei para nada. Tenham um bom dia! Eu vou tentar abstrair-me e fazer o mesmo :)

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

As figuras da Miley


Já foi há quatro dias, foi no domingo que vi a actuação infeliz da Miley Cyrus nos VMA's deste ano. Vi em directo enquanto estava aqui nos meus trabalhos e não pude evitar a desconcentração total naquele momento. Para ser sincera, eu já calculava o que ela ia fazer antes mesmo de ter começado a actuação. Pelas polémicas dos últimos tempos, pelos últimos vídeos (que vão aparecendo nos canais de música e que vou espreitando diariamente por trás do mac) e até pela atitude dela na red carpet dessa noite. Pensei logo para mim "esta miúda agora deu para se armar em parvinha, porque sabe que como resultou com uma ou outra celebridade antes, e agora quer mostrar que também tem valor e só saindo dos padrões é que vai lá". Pensei e aconteceu, ela entrou em palco para cantar e só fez figuras tristes do início ao fim. Pensava eu que não me ia surpreender com nada, mas ela conseguiu armar-se ainda mais em espertinha do que eu poderia ter imaginado. Eu esperava ver muita pele, mas não tanta. Esperava ver poses estranhas, mas afinal a actuação, toda ela, foi poses estranhas. E para quê aquilo tudo? Nem piada teve, só caretas por todo o público, aquilo caiu mal a toda a gente.

Agora, passados dias, já há os defensores de que aquilo que ela fez não foi nada de novo. Que já Britney Spears ou Rihanna fizeram coisas mais ousadas e ninguém se importou. Pois é, mas a Britney e a Rihanna são a Britney e a Rihanna. Alguém fica incomodado com aquilo que elas fazem? Ninguém, não só o público não se importa como ainda aplaude. São naturalmente sexy, não há fingimentos nem nada é forçado. São ousadas de personalidade, e não para provar que o são. É nesse intervalo que está toooooooda a diferença entre a Miley e as verdadeiras estrelas de palco. Ela errou (e desde já há algum tempo) ao tentar ser uma pessoa que não é, a forçar uma personalidade que não é a dela e a querer evoluir a carreira com uma farsa. Pois o que eu acho é que não só não resultou, como ainda arruinou todo o futuro que tinha na música. E já agora, mais alguém topou aquele problema novo que ela tem com a língua, que teima em não caber na boca? Que trauma, eu acho mesmo que o mundo está a ficar um bocado estranho, com os valores trocados, estranho demais para mim.

Small new begginings, big efforts


Fazemos muitas pequenas comemorações motivacionais. Bastam uns hamburguers caseiros, uma pizza encomendada ou um simples brinde para entrarmos numa nova fase com ânimo renovado e fazermos um pacto de força e coragem, tão necessários nesta altura. Fizemos então mais um jantarinho especial, mais um jantar de "agora é que vai ser" e agora sou eu a dar o tudo por tudo neste trabalho final e ele a dar os dias e as noites ao nosso projecto. Não é fácil fingir a toda a hora que estamos a começar tudo, com aquele entusiasmo inicial de quem nunca falhou antes, quando já se falhou tantas vezes. Mas, por feliz compatibilidade, o tema de investigação que trabalho diariamente é o empreendedorismo e nessa área eu aprendo que há muitas falhas pelo caminho, e no fim só vence quem não desiste por causa delas e persiste um bom milhão de vezes. Na minha (já desesperada) opinião, só não era preciso haver tantas. Mas quanto maior a ambição, maiores as falhas, é assim que funciona e temos de aceitar as contrapartidas do que queremos obter.

Nestas rectas finais, sente-se a aproximação da conquista, mas por outro lado a desilusão de serem conquistas ainda pequeninas, em que sabemos que está tudo a ir bem, mas que a vida está a continuar igual. Depois de tantas batalhas, seriam justas umas tréguas e os merecidos 'lucros' em termos de tempo e descanso. Mas eu não tenho nada disso à vista e está errado, muito errado porque são necessários, o tempo continua a passar e o corpo continua a pedir. Os dias bonitos a passar, as pessoas a avançar, o mundo a mudar, e eu ausente. A mente grita por descanso. Quando acabar a tese, quero parar. Por mim, escondia-me uns tempos! Fazia a mala e ia respirar para um sítio completamente diferente. É uma necessidade premente e devia satisfazê-la. Estamos a esforçar-nos ainda mais agora para terminar estas etapas mais próximas, e eu a fazê-lo para que terminem ainda no Verão ou não sei como vou aguentar tamanho desgosto, mais uma vez.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Falando em chás


Ontem tive a oportunidade de experimentar os novos chás gelados da Tetley. Além de ter toooodos os outros sabores da marca cá em casa, eram todos para chá quente, coisa que nesta altura não apetece tanto (fico a arder nos dias mais quentes! mas só porque não dispenso as propriedades diárias do meu chá verde). Mas para o nosso almoço de família de ontem, a minha irmã trouxe-me de bónus uma saqueta de cada sabor para experimentar. Foi ao lanche que os fiz, em copos bem grandes de refresco, com água fria e muito gelo, e fiquei surpreendida. Têm sabor e aromas frescos e agradáveis, a combinar mesmo bem com qualquer dia de Verão. É um refresco autêntico, mas sem açúcares e com todas as propriedades de um chá. Os sabores que experimentámos foram o chá de limão e o de maçã & mirtilos, os dois óptimos. Já só me vejo a ir comprar as respectivas caixinhas e fazer destes os meus refrescos para o resto do Verão nesta casa quente, mas desta vez com rodelas de limão ou pedacinhos de fruta, que eu não sou menina de me ficar pelas instruções das embalagens. Pelo que vi online até já saiu um sabor novo. Os chás chamam-se Teltey Cold, vão ajudar a encher a minha nova caixinha de chá, e têm este aspecto fofinho:




Eu acho que não podiam ter um ar mais apelativo e agora penso como podem não ter inventado isto antes. E no meio das minhas pesquisas sobre o assunto, surpreendentemente encontrei outra grande novidade da marca, que me deixou aos pulinhos. Não é que agora a Tetley lançou cápsulas de chá gelado também para a minha máquina de café (e de chás e de leites e de chocolates quentes)? Refrescos de chá e de café que têm de vir para esta casa já já.



Adorei as novidades. Muito agradecida à minha irmã e à Tetley, que me vão ajudar a resistir ao calor nas próximas semanas de trabalho.

Miminhos


Os meus pais vieram hoje visitar-me a Lisboa. Almoçar comigo, dizer-me para sair de casa, perguntar se ando a comer bem e a descansar o suficiente, perguntar quando tenho férias para largar este tom branco de quem fica doente não tarda. O normal, pais que não descansam enquanto não vêem os filhos encaminhados ou bem tratadinhos.
Além de ser um dia especial marcado pela visita deles, a minha mãe trouxe-me uma bela dose de vitaminas, quer dos alimentos mil que fez questão de cá deixar, quer em suplementos alimentares - nos quais vamos depositar algumas esperanças no que diz respeito ao meu stress e queda de cabelo. Mas o mais especial que cá deixou foi uma caixinha de chá que me ofereceu. Uma caixa muito querida, feita à mão, só porque sabe que nos últimos meses ando cada vez mais uma tea person e porque me ouviu comentar que já não tinha onde guardar tantas variedades de chá. Mega amorosa, adorei. E nestes dias de tanto trabalho e isolamento, todo e qualquer pormenor de carinho me sabe ainda melhor. É uma fase, é uma fase...

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Always working


Esta semana, apesar de atribulada, vai ter de ser aquele salto gigante. Com ou sem inspiração, vou ter de elevar a tese a outro patamar - aquele patamar perto da entrega, sabem? - ou as coisas complicam a sério. Se eu nunca imaginei passar o Verão com ela atrelada, imaginem um Verão sem sair de casa, em frente ao computador. Não quero entrar em Setembro com isto em curso, não e não e não. Quero entrar com isto no fim. E encaminhar-me rapidamente para uma vidinha mais normal. Se possível ainda fazer um resgate ao meu amado Verão que está a tentar fugir-me a passos largos, e eu a ver. Não faz sentido assim, tem de haver tempo para tudo. E esta semana é exclusivamente para meter isto no fim.

domingo, 25 de agosto de 2013

Retrato de um país


O álbum da Liliane Marise - personagem que sou obrigada a conhecer porque parece estar por toda a parte, até nos telejornais - é campeã de vendas nacional. Já é álbum de ouro, a fama aqui levou-a a ter convites por todo o mundo e apregoa que 'quéru-uma-mála-chique', coisa bonita de se ouvir. É sempre bom conhecer os gostos musicais dos meus compatriotas.

Have a nice Sunday!


It's always the simple that produces the marvelous.

- Amelia Barr

sábado, 24 de agosto de 2013

Depois do cinema

Ainda não decidi se gostei do filme ou não. É um filme actual, bonito e bem feito, que dá gosto ver pela qualidade e que nos agarra por ser uma história verídica, tudo bem. O problema aqui é que eu já conhecia a história e até já a tinha visto toda num filme que explica muito melhor (e realisticamente) como tudo aconteceu de verdade. Este filme sobre o Steve Jobs não se preocupou tanto em pegar na história do homem, pelo menos não em cronologia. Pegou nuns quantos factos e espetou-os, para dar filme. Tornou-se confuso e, o pior de tudo, sem ser como as coisas aconteceram na realidade. Muitos factos trocados e muitos nomes mandados para o ar, para as pessoas adivinharem. Imagino quem não conhecia a história e o nome das pessoas e empresas informáticas que são ditos a toda a hora pelo filme sem a mínima explicação, como se todos percebessem o que se está ali a passar. Não sei se as outras pessoas perceberam algo do filme ou se, como nós, perceberam simplesmente que não está bem feito. Além disso, não há altos e baixos, não há emoção, não há um desenrolar do filme, não há conquista, não há a inspiração que esperava. É tudo muito linear, o filme é todo parecido, e o fim é igual às partes do meio. Enfim, não é dos que vai rodar cá em casa ;)

A ideia com que fico é que eles não se focaram em mostrar a história real para poderem fazer um filme bonito, mas também não conseguiram fazê-lo bonito na mesma. O meu conselho é que aguardem o filme sobre Steve Jobs que vai sair depois deste, que vem num formato bem diferente e esse sim, deve ser muito bom. Para quem quiser conhecer a história real do nascimento da Apple e do jovem que estava à frente na marca, a lutar com ela contra o Bill Gates, vejam o velhinho mas verdadeiro filme "Pirates of Silicon Valley".
Quanto a mim, que tinha terminado um livro sobre liderança na véspera do cinema, tenho agora uma nova companhia de cabeceira. Inspiring!