domingo, 17 de março de 2013

Desabafinho


Uma fuga para um sítio assim - agora, já, neste momento! - era tuuudo o que precisava. Com tanto trabalho a apertar sinto-me um pouco sufocada e só queria ter onde descarregar as tensões acumuladas por uns dias. Mas como não vai haver nada disto, é suspirar só mais uma vez a olhar para a imagem e ganhar coragem, muita coragem, para começar a trabalhar a sério.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Baking day


Hoje, para além de sexta-feira, foi o dia mundial do sono. Isso explica muito sobre o facto de eu ter ido quase propositadamente à rua só para tomar um café logo pela manhã (algo que nunca faço porque tenho também em casa) para ver se despertava do meu estado sonolento. Voltei e cozinhei os primeiros biscoitos da minha vida durante a minha manhã livre - as vantagens das manhãs livres no meu novo horário, que agora trabalho a partir da hora de almoço até à noite.
Deu para perceber que o cheiro de delícias caseiras feitas no forno a invadir toda a casa é único, familiar, o melhor do mundo e quero fazer isto para a vida. Deu para perceber também que fazer os nossos primeiros biscoitos à pressa e querer que resultem num presente bonito pode não ser a melhor das ideias. Espero que o dia do pai tenha simbolismo suficiente para que ele dê maior importância à intenção do que ao aspecto (e já agora incluo o sabor). Também percebi que começar o dia assim a correr pode ser mais cansativo do que parece e agora estou a cair para o lado. Hoje, para além de sexta-feira, é o dia mundial do sono e eu tenho um de alta qualidade à minha espera. Desejo a todos o mesmo porque vem aí todo um fim-de-semana para aproveitar...

quinta-feira, 14 de março de 2013

Tired


Já mal me lembrava do que é andar a subir e a descer as colinas em Lisboa. Pensava que tinha saudades, mas aquela confusão toda deixou-me de rastos e já só pensava em voltar para o meu cantinho calmo no parque das nações - ainda por cima quando só consigo pensar em trabalho e mais trabalho. Bom, é claro que ter ficado duas horas e meia no gabinete do professor não ajudou muito na minha vontade de passear a seguir, pelo que parei no Chiado para lanchar/jantar e segui direitinha para o metro. Fica para a próxima!

Holiday morning


Hoje tenho o dia de folga, é dia de preparar uma série de coisas, de ter reunião com o orientador na faculdade e de matar saudades da baixa lisboeta, aproveitando os maravilhosos raios de sol e o frio dos últimos dias de Inverno (ou assim espero).

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pop fans


Sobre o tema "Justin Bieber" tinha de dizer qualquer coisa, porque eu não quero aborrecer ninguém com isto, mas eu própria já estou aborrecida! Estou pasmada com a revolta do pessoal sobre a vinda do miúdo e sobre o facto de haver tanta gente a gostar dele (nada de novo, portanto).

Sobre isto só quero dizer que nunca gostei de gozar com as ideias ou preferências das outras pessoas - tal como nunca fui de esconder os meus próprios gostos e opiniões divergentes do resto do mundo (a não ser para evitar uma boa discussão, claro) - e até agora continuo fiel a este princípio. Não me faz qualquer confusão que existam fãs do rapaz, que é tão artista quanto os outros todos que por aí andam e que também têm sucesso, mas nunca ninguém se lembrou de gozar com eles também. O Bieber teve o "azar" de começar tão novo, com aquele cabelinho inocente e cara de menino, coisa com que todos os invejosos aproveitaram para começar a gozar desde cedo. As pessoas sentem-se superiores a mandar o outro para baixo, é assim que o mundo funciona e, apesar de ser uma triste verdade, quanto a isso nada a fazer.
Desconfio sempre da necessidade que algumas pessoas têm de gozar com as outras (mostra muito sobre as suas próprias inseguranças) e por isso reparo sempre quando alguém goza com este miúdo. Não é que o conheçam, não que ele tenha feito alguma coisa de mal, não que ele cante mal, não que ele seja feio, nada. Simplesmente gozam, com nada em particular, são felizes assim nesse minuto. E as miúdas que deliram com as músicas dele têm de escondê-lo, por vergonha. Já conheci uma ou outra miúda dessa idade assim e é triste de ver. Eu nunca fui de esconder os meus gostos musicais de quem quer que seja, por mais criticados que fossem (mais uma vez, por estupidez, inveja, nada-para-fazer, whatever), mas nem toda a gente consegue assumir os seus gostos assim tão facilmente, o mundo não é assim tão simples - sim, eu adoro backstreet boys e muitos outros cantores de músicas românticas, ainda!

As pitas de hoje também têm o direito a ter ídolos, a vibrar com as músicas e a ter emoções ao ouvi-las, ao vê-lo, ao ver os músculos dele, seja o que for. É disso que se trata a música, emoções fortes! E quem não gosta delas? Todas nós tivemos os nossos ídolos de adolescência, posters por toda a parte, músicas que nos emocionavam em modo repeat até deixar os nossos pais loucos da cabeça. Não faz parte? Depois tudo passa, fomos felizes e não fizemos mal a ninguém.
É só por isto que não entendo o porquê do sensacionalismo dos telejornais nos últimos dias, a revolta de todas as pessoas que de repente não têm mais em que pensar, e qual o espanto de um cantor mover tantas miúdas, que têm o direito a gostar de um ídolo, mesmo que maniento (como todas as grandes estrelas pop). É claro que não deixa de ser chocante ver a miúda de 15 anos tatuada, o rapaz esquisitóide a explicar o amor que sente pelo Bieber e as miúdas que faltaram uma semana às aulas pelo concerto com a autorização dos pais, mas esses são a excepção e são exactamente aquilo que os telejornais procuram para mostrar. Isso transcende a realidade, é puro fanatismo e disso há em todo o lado, a toda a hora. E eu vou ficar chateada e perder o meu dia por causa disso? Até porque o que eu ouço realmente a falar por aí (e desde sempre) é chamar ridículo a quem gosta do Bieber. E para mim esse tipo de julgamento é que só pode vir de alguém ridículo.

terça-feira, 12 de março de 2013

Love this















Na minha manhã de domingo aproveitei para ir espreitar as novas colecções nas lojas, que praticamente não via nada desde Janeiro, nos saldos. Bem, se já tinha ficado fascinada na primeira vez que vi as roupas de Primavera deste ano, hoje fiquei completamente entusiasmada e deslumbrada com tanta cor, tecidos leves, ideias elegantes e descontraídas e tudo giro giro giro. Aproveitei para "inspeccionar" uma série de lojas e todas me deixaram vontade de lá voltar. E volto! No mínimo, para me inspirar, porque se há coisa que penso quando por ali ando, é que "é disto que gosto mesmo, isto inspira-me tanto!" e a minha estação favorita está mesmo à porta.
As imagens acima são do lookbook da Mango para este mês, loja onde vou perder a cabeça nos próximos tempos. Venha a Primavera

segunda-feira, 11 de março de 2013

Tuff year


Já tenho o assunto da tese relativamente tratado. Isto não significa que está feita, significa que posso finalmente começar a fazê-la. Não só estou atrasadíssima, como nem sei por onde pegar nisto, mas desistir não está nas opções e eu lá terei de seguir em frente com mais este desafio. Mais um em cima de tantos outros, e logo agora mesmo coincidente com a contagem decrescente para o dia 25 e essa semana de tanto trabalho, seguida de outras com mais trabalho ainda. Mas se for possível fazer esta tese no meio tanta coisa, então vou conseguir fazê-la. Organizar-concentrar-trabalhar. It's time to work a little harder.

Bom dia!


E uma semana inteirinha a começar hoje. Com energia, exercício, bons pensamentos, motivação e cheeeia de coisas saudáveis.

domingo, 10 de março de 2013

Ordinary people

Não é um insulto ou uma má comparação entre vários tipos de pessoas, mas toda a gente sabe que os há e para mim, nos últimos tempos, e têm sido tempos de muito (ou nenhum) convívio, tenho-me apercebido de dois grandes e distintos grupos de pessoas: as "normais" e as "extraordinárias". Não me apercebi sozinha, é claro, isto vem de várias fontes. Vem dos livros que tenho lido ao longo dos anos, sobre auto-motivação empresarial, sobre empreendorismo e sobre inteligência, no seu sentido mais técnico, envolvendo atitudes e emoções. Além do que leio, aprendi totalmente com a minha experiência e o mundo que me rodeia.

Desde que me apercebo destes dois grupos que me atormenta um pouco o facto do grupo das pessoas "normais" se queixarem constantemente das suas condições de normalidade. Acho extremamente chato ter de gramar com isso a minha vida inteira, porque tenho cada vez mais a certeza que uma pessoa "normal", que faz da sua vida o normal porque "mais que isto não me é pedido", passa a vida a querer - e, pior, a esperar! - maiores retornos que aqueles que efectivamente merece. Ora, cada um leva a vida que quer, ninguém tem nada a ver com isso, há pessoas que gostam de viver segundo todas as regrinhas e pronto. Até aqui, tudo bem. Mas estas pessoas são as mesmas que, da sua vida normal, querem resultados iguais aos de quem tem um esforço extra ao longo da sua vida, as tais pessoas extraordinárias, que obtêm resultados extraordinários.

É chato saber que damos mais que o normal, e se obtivermos resultados acima do normal somos apontados, ou com inveja, ou com graxa (para mim tão repugnante quanto o ódio e inveja), ou com o "eu também mereço disso, também quero para mim". As pessoas "normais" não fazem ideia, nem nunca farão, do esforço que requer uma vida extraordinária, pois só conseguem ver os bons resultados dela - e desejar iguais. Não sabem do quanto é preciso abdicar, quantos "não's" têm de ser dados, ano após ano, a quem se gosta, quanta privação de vida social, pessoal, horas de sono, refeições, descanso e inúmeros prazeres desta vida. No entanto, e como já disse antes, não farão também nunca ideia dos prazeres da conquista e dos objectivos concretizados a custo próprio. Por causa disso, vivem num ligeiro estado de "ignorância" (e novamente num sentido não pejorativo) sobre aquilo que separa realmente as pessoas de sucesso das pessoas "normais".

Graças a um colega de curso, relembrei-me das dicas inteligentes de uma professora que tive no ano passado, que viveu tantos anos no Oriente e que, agora de volta ao Ocidente, fica chocada com o nosso estilo de vida, falta de garra e de espírito de sacrifício. Para ela é clara (e revoltante) a diferença entre os orientais (e os países emergentes) e nós, países da boa vida: eles trabalham, eles não se queixam, eles não questionam por que raio é necessário trabalhar nesta vida e não são infelizes por causa disso, eles são produtivos nas horas em que se sentam para trabalhar, eles têm as prioridades certas. "Nós" rezamos para que o dia termine, rezamos para que chegue sexta-feira, trabalhamos mal nas horas que nos pagam para o fazer, chegamos um pouquinho mais tarde, saímos um pouquinho mais cedo (ou pelo menos a intenção está lá sempre) e queremos as tais longas horas de almoço de que fala a minha professora. Um desperdício de tempo, para ela e para mim. Faz-me confusão tanta pausa para almocinhos, tanta falta de noção, tanta exigência e mariquice e no fim ainda querer ver resultados, progressos e reconhecimentos sem aplicar qualquer energia ou dedicação nas coisas.

As pessoas "normais" vão passar o resto da vida a querer chegar onde chegam as extraordinárias, mas sem aplicar o grande extra que é necessário. Uma pessoa "normal" vai passar o resto da vida a dizer "eu vou ser rico/a" "eu vou ter, eu vou fazer, eu vou..." mas nunca vão nada do que imaginam, o que vão é continuar a amargurar-se e a desejar o mal dos bem sucedidos à sua volta. Recusam-se a perceber o que os distingue ou a aplicar novo esforço seja pelo que for. Não perceberiam de qualquer forma qual o extra necessário para se ser extraordinário, porque achariam que é pedir demasiado de uma pessoa.

Mas... Para quem gosta de ter a vida certa, as horas de sono em dia, e as refeições todas e a horas, e no fim disto resulta uma vida bem planeada, "normal" e feliz, então estou totalmente de acordo. Fico feliz, muito feliz, por essas pessoas. Agora, para as que querem tudo isso e ainda reclamam o sucesso dos outros, querem-no à custa de nada, acham que fazem bastante por merecê-lo quando as suas energias só são gastam em invejá-lo e a culpa de não alcançarem esse tal extra é dos outros, é do mundo, e nunca deles, então desses eu só quero uma coisa: distância. Estou farta dessas forças negativas de todos os lados, das pessoas frustradas e a queixar-se da vida e dos outros todos os dias. Vou fazer uma (ainda maior) limpeza na minha vida e depois viver feliz no meu canto, mesmo que ninguém saiba como estou feliz. E muito menos saiba como fazer para lá chegar.

Sunday morning


E se a ida aos hamburguers não correu bem (a Hamuburgueria do Bairro é só nome!), haja alegria numa dieta cheia de vitaminas, colorida, variada e com muitas energias, que é uma maravilha. Mais uma folga de domingo com sol e bem espremidinha para trabalhar em assuntos académicos. Mas primeiro, um passeio. Bom dia!