segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Eu e Lisboa
Damo-nos muito bem. Adoro a capital e sempre quis vir para cá, mas é claro que nem tudo são vantagens e, como quaisquer duas grandes amigas, nós também temos os nossos conflitos. Venho de um sítio tão pequeno e tranquilo que é difícil gerir todo o stress que se respira aqui. É uma cidade cheia de coisas lindas para ver e fazer, mas o pior é que quem aqui vive acaba por não ter tempo para essas descobertas, fica sempre para depois ou tem de ser muito aos pouquinhos, o que deixa aquela sensação de "ainda há muito por fazer", que também não é nada boa. Há sempre a solução habitual: esperar que cheguem as férias para poder descobrir umas quantas coisas. Esta opção também não passa de um engano, já que se trata de uma cidade gigante, em que as deslocações são muito demoradas e para se ir conhecer algo temos de entregar todo um dia em troca.
Foi o que me aconteceu ontem, daqueles típicos "vou só ali à baixa e já volto", em que fiquei um dia inteiro a subir e descer as colinas da cidade e voltei para casa toda partidinha. Faz bem o passeio e vêem-se coisas muito giras, mas nada que compense um dia inteiro. Hoje é só dores musculares e afazeres acumulados.
Com isto quero dizer que este não é o sítio ideal para descansar. Muito menos a cabeça, depois de uma terrível fase de exames.
[Não é por acaso que os alfacinhas fogem daqui a sete pés assim que apanham umas pequenas férias ou fim-de-semana prolongado ou simplesmente um fim-de-semana vulgar. Grande parte também tem casa de férias ou de fim-de-semana longe daqui]
Sendo assim, meto-me esta tarde a caminho de casa, de volta ao sítio pequeno e calmo de onde vim, buscar um bocado de calma para esta cabecinha.
Foi o que me aconteceu ontem, daqueles típicos "vou só ali à baixa e já volto", em que fiquei um dia inteiro a subir e descer as colinas da cidade e voltei para casa toda partidinha. Faz bem o passeio e vêem-se coisas muito giras, mas nada que compense um dia inteiro. Hoje é só dores musculares e afazeres acumulados.
Com isto quero dizer que este não é o sítio ideal para descansar. Muito menos a cabeça, depois de uma terrível fase de exames.
[Não é por acaso que os alfacinhas fogem daqui a sete pés assim que apanham umas pequenas férias ou fim-de-semana prolongado ou simplesmente um fim-de-semana vulgar. Grande parte também tem casa de férias ou de fim-de-semana longe daqui]
Sendo assim, meto-me esta tarde a caminho de casa, de volta ao sítio pequeno e calmo de onde vim, buscar um bocado de calma para esta cabecinha.
De férias

Foi uma dura viagem com malas atrás até chegar ao expresso (o metro mais próximo da casa em Lisboa fica a 30mins a pé), mas já cá estou preparada para as férias, ou seja, para não fazer nada. Já é um princípio para passarem as dores musculares que tenho destas caminhadas todas.
Agora falta subir um bocadinho a temperatura porque está aqui um frio daqueles que não dá para largar as mantinhas e o sofá. Sei que agora é que vou estragar tudo ao dizer isto, mas espero que dê para umas leituras, caminhadas, música, arrumações e umas boas comidas (estão sempre incluídas). É aproveitar enquanto aqui estou.
Um mês à espera para isto

Hoje passei o dia pela baixa lisboeta. Finalmente pude ir espreitar os saldos, mas, como sempre, os exames só me deixam ir lá nesta altura em que saldos é sinónimo de lixo. Ainda por cima fui num sábado, em que está tudo cheio e há mulheres loucas por todo o lado, como se hoje ainda fosse o primeiro dia. Para mim foi uma desilusão, nunca pensei que já estivesse tão fraco, este cenário de "restos" costuma ser bem no fim do Fevereiro, ou seja, mesmo no fim dos saldos.
Do que eu gostei, isso sim, e como era de esperar, foi das novas colecções. Já enchem as lojas todas e as de algumas marcas são meeeeeesmo irresistíveis, fiquei absolutamente conquistada e mal posso esperar por ir buscar os meus primeiros trapinhos de primavera. Não foi desta porque fui numa de me abastecer para o frio - ainda vou à Polónia daqui a um mês! - mas da próxima não me escapam: trapinhos de primavera, estou de olho em vocês.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
F-é-r-i-a-s
domingo, 23 de janeiro de 2011
Queridas férias

São "só" três exames (são três dias!) que nos separam. Vai passar muito rápido, mas até lá custa tanto...
Não vem nada a calhar o Mr. Ford aqui em casa amanhã logo de manhã, duas horas antes do meu exame mais importante, mas não há nada a fazer, o senhor vem directamente de Cambridge para a business meeting cá em casa, não é menos importante que o meu exame.
Para juntar à minha sorte, na véspera dos dois exames de quarta os meus pais vêm a Lisboa. Calha-me sempre tudo tão bem! Já pedi para não virem cá a casa. Coitadinhos.
Vai ter de valer a pena. Isto vai ter de correr bem.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Favor à sociedade (agradeçam-me no fim)
Falando sobre bons filmes (e sobre os maus também), aproveito a oportunidade para poupar as pessoas de perder duas preciosas horas das suas vidas a ver um filme que... Enfim... Nem se pode considerar um filme.
Venho só dizer que não vejam o Wall Street - sim, eu sei que o Michael Douglas é muito bom actor, que fez o filme muito doente, que se falou muito no filme, blablabla, mas por favor, onde está a história daquilo?? Não vi nada naquele filme, é muito mau, é uma seca e não tem lógica. Pelo menos esse vi em casa, menos mau.
O pior de todos foi O Americano, que tive o azar de ir ver ao cinema. Não caiam no mesmo erro de seguir um cartaz bonito e com o George Clooney de arma na mão com ar de detective espectacular. Prometam-me agora que não compram bilhete para ver isso, porque é um atentado esse "filme" estar em exibição. Já agora, que filme? Eu não chamo filme a coisas daqueles. E por falar em não-filme: não vejam o Babies. Não sei como tal coisa pode estar no cinema. Um disparate tão grande que não é filme, não é documentário, não é nada! É ridículo. O pior é deixarem-nos pagar para ver tal coisa. Eu não percebo o rumo que o cinema leva, mas tenho medo. E a partir de agora vejo bem os traillers dos filmes antes de ir vê-los ao grande ecrã.
Venho só dizer que não vejam o Wall Street - sim, eu sei que o Michael Douglas é muito bom actor, que fez o filme muito doente, que se falou muito no filme, blablabla, mas por favor, onde está a história daquilo?? Não vi nada naquele filme, é muito mau, é uma seca e não tem lógica. Pelo menos esse vi em casa, menos mau.
O pior de todos foi O Americano, que tive o azar de ir ver ao cinema. Não caiam no mesmo erro de seguir um cartaz bonito e com o George Clooney de arma na mão com ar de detective espectacular. Prometam-me agora que não compram bilhete para ver isso, porque é um atentado esse "filme" estar em exibição. Já agora, que filme? Eu não chamo filme a coisas daqueles. E por falar em não-filme: não vejam o Babies. Não sei como tal coisa pode estar no cinema. Um disparate tão grande que não é filme, não é documentário, não é nada! É ridículo. O pior é deixarem-nos pagar para ver tal coisa. Eu não percebo o rumo que o cinema leva, mas tenho medo. E a partir de agora vejo bem os traillers dos filmes antes de ir vê-los ao grande ecrã.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
E acrescento (mais um momento fútil)
Que nestas cerimónias é que se vê bem as origens de cada um, especialmente à medida que vão envelhecendo. Falo de meninas como a Christina Aguilera, Jennifer Lopez, e Megan Fox, que já foram lindas, pois já, quando eram novas e tinham rabos firmes, com carinhas de 18 anos que, mesmo que fossem feias, dava para fazer tudo com elas. Agora, coitadas, aparecem sempre tão pirosinhas que até dá pena. E o que eram aquelas bochechas da Christina Aguilera? E a cara alterada da Megan Fox? Taditas. As pessoas são o que são e não há como negá-lo, podem ir disfarçando os anos que quiserem, mas há-de revelar-se tudo. E não me venham com desculpas, porque não espero algum dia ver uma Kate Winslet ou uma Sandra Bullock (senhoras "à séria") nessas figuras.
Rescaldo dos Globos de Ouro
Agora que anda tudo à volta dos Golden Globes, também tenho de dizer que o evento não me é indiferente, mas em plenos exames não há tempo pra vir aqui espetar os vestidos das princesas, apesar de os ter contemplado à grande durante a cerimónia, que parei para ver quase quase até ao fim. Parece que a única coisa que não vi foi mesmo o prémio para o melhor filme, que era o meu favorito ali. A Rede Social ganhou mesmo quase tudo o que tinha ali para ganhar e fiquei muito contente com isso, porque adorei o filme mas não esperava tanto sucesso a nível de prémios. Acabei por vê-lo mais que uma vez (já tinha falado dele aqui, aqui e aqui) e agora merece que vá ver outra vez quando os exames acabarem. Que chatice ;) é que o filme é mesmo inspirador.
Quanto aos trapinhos das meninas na cerimónia, no ano passado foi bem melhor, mas de quem eu não parava de pensar "uauuuu!" a cada vez que apareciam eram mesmo a Angelina e a Scarlett, essas duas belezas tão bem vestidas mas tão pouco ou mal penteadas... Também gostei da miúda do Glee, apesar de muito manientazinha.
Agora é esperar pelos Óscares, que isto foi só o aquecimento.
Quanto aos trapinhos das meninas na cerimónia, no ano passado foi bem melhor, mas de quem eu não parava de pensar "uauuuu!" a cada vez que apareciam eram mesmo a Angelina e a Scarlett, essas duas belezas tão bem vestidas mas tão pouco ou mal penteadas... Também gostei da miúda do Glee, apesar de muito manientazinha.
Agora é esperar pelos Óscares, que isto foi só o aquecimento.
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