segunda-feira, 8 de julho de 2013

A abrir a semana


Quando apanho aquele psicólogo no programa da manhã (sim, são uma óptima companhia de trabalho às vezes, durante os temas animados) tomo atenção e aprendo sempre alguma coisa. É a maneira tão alegre e feliz e confiante com que diz as coisas. Sobretudo, a forma simples e tão lógica com que as diz. Parece que a vida é óbvia! Adoro e aprendo.

Na última semana falou sobre relacionamentos e, mais uma vez, adorei e aprendi. Ele explicou que a coisa mais fantástica e mais feliz que nos pode alguma vez acontecer na vida é estar num relacionamento. É termos uma relação (saudável, claro) e aí temos nas mãos a forma maior de felicidade. Ninguém é tão feliz noutra situação que não numa relação a dois. É inexplicável a felicidade de ter alguém ao lado, a vontade de voar ao fim do dia para junto daquela pessoa que nos faz sentir o mundo dentro de nós. Obviamente que ele fala de relações estáveis, mas isso não significa que as pessoas têm dinheiro ou vivem juntas ou gostam das mesmas coisas ou querem casar. Nada disso. Significa só que sabemos que é a sério, que somos um do outro, um do outro e de mais ninguém. Como que um pacto feliz.

É o efeito do amor. As relações de amor são maiores que a própria vida. Eu bebia cada palavra que o homem dizia, identificava-me com cada frase, sabia que aquilo era tudo verdade. Eu vivo uma (já longa) história de amor que me faz tão, mas tão feliz todos os dias. Sei o poder que tem esta relação e como me faz ultrapassar todos os obstáculos que aparecem, assim como faz que as coisas boas se transformem numa explosão de maravilhosamente boas, a vida é cor-de-rosa assim. Obviamente, existem os problemas, mas eu lembro-me sempre que é normal haver problemas, porque é, e assim se chega sempre a um bem comum. Porque o amor é maior que tudo! E se há aquelas pessoas que dizem que "o amor isto, o amor aquilo", sempre zangadas e irritadas, ou é porque nunca experimentaram, ou querem aquilo que os outros têm. Lá está, falta-lhes a felicidade do amor.

Eu fico grata pelo mar de alegrias que tenho a toda a hora, e é único sentir que este amor ainda está crescer e vai até multiplicar-se. E ninguém tem de saber ou não que estamos felizes. Como dizia ainda nesta semana a Samantha Jones no SATC, "não tens de perguntar se gostam, não interessa o que os outros pensam sobre a tua relação; ninguém sabe o que se passa dentro de tua casa, só tu, e só a ti é que interessa". E, bem, nesta casa transborda-se amor. Mas isso ninguém tem de saber.

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