sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Living


Entre as aulas, a tese e a vida doméstica, não sobra muito tempo para entrar noutros programas actualmente e a correria é constante, mas depois aparecem dias para nos acordar um pouco para a vida. Ontem foi um dia muito movimentado com a S., para não ser apenas a aula das quintas-feiras, a que quero tão fervorosamente faltar todas as semanas. Nunca senti isto em relação a uma aula. É uma mistura de intolerância para com o professor, o trabalhar num software e o horário nocturno.
Sendo assim, o dia fora começa na esteticista, que depois de me torturar ainda me levou oito euros a mais sem que eu desse por nada. É espectacular o que as pessoas têm de fazer às outras em tempos de crise. Não há problema, até porque de seguida só tive de perder o amor a mais sete euros para parquímetro, porque nunca se sabe se a emel não faz das suas e não chegamos ao local do nosso carro sem ele lá estar. E às 22h este cenário não ia ter piada para mim. Mas sete euros?! Enfim, pelo menos todo o resto de tarde foi muito agradável, a matar saudades do movimento do Chiado, que por onde moro agora o movimento já não existe. Tanto movimento sabe melhor assim, quando o procuramos. Ali, para além das lojas, comem-se as melhores castanhas e a Padaria Portuguesa é a maior perdição desta vida, está provado. É bom ver que continua tudo igual e agora com o frio a chegar aumenta a vontade destas saídas, que já pedem as luzinhas pelas ruas e maluqueira nas lojas. Mais encontros e combinações. No domingo há magusto da família e é mais uma tarde a comer castanhas, mais uma tarde que não quero perder e mais trabalho até lá para o merecer.

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