sábado, 5 de maio de 2012

Hoje aprendi no Leaders Talk...

Que tenho de começar a pensar com o lado direito do cérebro. Penso normalmente com o esquerdo. Significa que sou uma pessoa negativa, toda a gente me diz que sim, mas eu sempre me recuso a acreditar nisso. A verdade é que me fixo no problema, sempre no problema, no "porquê? mas porquê?" e "faço sempre tudo direitinho, não faço mal a ninguém, porquê a mim?" mas não tanto na solução. É onde entra então a diferença entre os dois lados do cérebro, porque tenho de passar a estimular o lado direito, o que se concentra na solução, que quando em actividade liberta hormonas associadas a felicidade.

Que, na mesma linha de pensamento, a nossa mente se foca apenas naquilo que queremos e fica presa sem poder pensar no que mais precisamos, ou seja, numa solução. Quando estamos demasiado focados num problema, tudo nos lembra dele e todos os caminhos nos levam a pensar nele, mas é aí que estamos demasiado estagnados nele para nos conseguirmos lembrar de uma solução, muitas vezes com ela a passar-nos à frente.

Que a nossa atitude negativa provém maioritariamente da genética, o que me condiciona logo à partida, porque dificilmente me poderia ter calhado pior genética em termos de negativismo. Mas os 40% de atitude que só dependem de mim podem perfeitamente ser trabalhados, o que significa que ainda posso tentar ser uma pessoa minimamente positiva se me esforçar para isso - e é um objectivo prioritário.

Que o nosso sucesso depende de objectivos bem delineados e eu, pessoa mais indecisa que alguma vez conheci - e como tenho errado à conta disso... -, tenho falhado em grande escala neste ponto, especialmente até ao fim do ano passado. Perante isso, decidi aventurar-me num mestrado (e que aventura) mas com um objectivo final para me motivar a cá estar, porque a paciência para estudar está a escassear a passos largos. Agora sei porque fui a melhor do curso na primeira volta de provas dadas: porque tracei o primeiro objectivo bem preciso da minha vida. Quero muita coisa, quero sempre tantas vidas diferentes que acabo por não me dedicar a nenhuma e no fim fico sem nada. Vou aprender com isso e o objectivo deste ano vai ser só o primeiro de muitos...

Falando nisso, aprendi também que temos de conhecer-nos bem para saber definir o que nos faz felizes e ir atrás disso, seja lá o que for. Conhecer-nos para saber aquilo em que somos bons e conjugar com aquilo que nos faz felizes. Porque caso contrário estaremos a tentar ser algo que não somos nós e a viver uma vida que não é a nossa, que mais tarde se revela impossível e perdemos a oportunidade de viver a nossa vida. Como diz a música, "por mais vidas que tu ganhes é a tua que mais perde se não vens...".

Aprendi isto e muito mais hoje, com a vasta experiência e conhecimento dos oradores convidados. Resta-me ir assimilando e ir aprendendo também com a minha própria experiência...

1 comentário:

Joana disse...

Vês como é sempre bom haver malta fixe a organizar estas coisas... ;)

força nessa aplicação de conhecimento hehehe!
bjs*